O técnico Carlo Ancelotti, comandante da seleção brasileira na Copa do Mundo de 2026, recusou uma proposta para comandar a seleção da Itália e reafirmou seu compromisso com o Brasil até o término da Copa de 2030, que será realizada em Marrocos, Portugal e na Espanha.
A consulta pelo treinador foi revelada nesta terça-feira (21) por Paolo Maldini, novo diretor de seleções da Federação Italiana de Futebol (FIGC). Apesar da revelação recente, o contato foi realizado há cerca de duas semanas, logo após a derrota do Brasil para a Noruega, que culminou na eliminação da equipe ainda nas oitavas de final da Copa do Mundo.
A seleção italiana tinha o interesse em saber o valor da multa rescisória para uma eventual quebra de contrato da seleção brasileira com o treinador. Com cordialidade, Ancelotti rejeitou o convite e afirmou que tem um compromisso com o Brasil até 2030. O técnico inclusive renovou seu vínculo com a amarelinha recentemente, o novo contrato é válido por mais quatro anos.
Carlo Ancelotti segue tirando férias no Canadá e segue sendo aguardado no Brasil para reiniciar os trabalhos a frente da seleção em agosto. Em setembro, o treinador comandará a canarinho em dois amistosos, ambos contra a seleção da Austrália.
Ancelotti não foi o único procurado pela Federação Italiana. Além dele, a Federação Italiana corre atrás de Pep Guardiola, que está em um período de férias após passar 10 temporadas no Manchester City. A ideia é oficializar o contrato com o substituto de Gennaro Gattuso, que fracassou na tentativa de levar a seleção à Copa do Mundo de 2026.
